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Área de convivência e piscina da unidade Levy Gasparian do Grupo Triunfo, clínica de saúde mental e dependência química

Tratamento para dependência química


Desintoxicação, internação e acompanhamento contínuo para dependência de álcool, crack, cocaína, maconha, medicamentos e outras drogas.

A dependência química é uma doença crônica, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, que afeta o cérebro, o comportamento e as relações da pessoa com a família, o trabalho e a sociedade. Não é falta de força de vontade, e por isso precisa de tratamento especializado.

No Grupo Triunfo, o tratamento é conduzido por equipe multidisciplinar, com psiquiatras, psicólogos, clínicos, enfermagem e terapeutas, em unidades preparadas para cada fase da recuperação: da desintoxicação à reinserção social.

Como podemos ajudar

  • Internação voluntária e involuntária, conforme a legislação e com avaliação médica
  • Desintoxicação com acompanhamento médico e de enfermagem 24h
  • Psicoterapia individual, grupos terapêuticos e orientação à família
  • Prevenção de recaída e plano de continuidade após a alta

Sinais de alerta da dependência química

Alguns sinais indicam que o uso deixou de ser ocasional e passou a ser um problema que precisa de ajuda profissional:

  • Uso cada vez mais frequente ou em quantidades maiores
  • Tentativas frustradas de parar ou diminuir
  • Abandono de atividades, estudos, trabalho e compromissos
  • Mudanças bruscas de humor, isolamento, agressividade
  • Problemas financeiros, mentiras e conflitos familiares
  • Sintomas de abstinência quando fica sem a substância

Como é o tratamento no Grupo Triunfo

O tratamento começa com uma avaliação médica e psicológica, que define a modalidade mais indicada para o momento do paciente. A partir dela, a equipe monta um plano terapêutico individual, que pode incluir:

  • Desintoxicação assistida, com monitoramento médico e de enfermagem 24 horas
  • Acompanhamento psiquiátrico e tratamento de transtornos associados, como depressão e ansiedade
  • Psicoterapia individual e grupos terapêuticos
  • Atividade física, terapia ocupacional, lazer e contato com a natureza
  • Orientação e grupos para familiares
  • Prevenção de recaída e plano de continuidade após a alta

Internação voluntária e involuntária

Quando o paciente reconhece o problema e aceita o tratamento, a internação é voluntária. Quando há risco para a própria pessoa ou para outros e ela não consegue decidir, a família pode solicitar a internação involuntária, que exige avaliação e autorização médica.

A Lei 10.216/2001 e a Lei 13.840/2019 determinam que a internação involuntária seja comunicada ao Ministério Público e dure apenas o tempo necessário para a desintoxicação e a estabilização. Nossa equipe orienta a família em cada etapa, com segurança jurídica e respeito ao paciente.

Depois da internação: o tratamento continua

A alta não é o fim do tratamento. Para reduzir o risco de recaída, o paciente pode seguir no hospital-dia, em consultas e em grupos terapêuticos, com a mesma equipe que o acompanhou durante a internação.

Tem dúvidas sobre dependência química? Nossa equipe orienta você e sua família com sigilo e sem compromisso.

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Perguntas frequentes

Quanto tempo dura o tratamento para dependência química?

Depende de cada caso. A desintoxicação costuma levar alguns dias ou semanas; a internação completa e o acompanhamento posterior são definidos pela equipe médica conforme a evolução do paciente.

A família pode internar um dependente químico contra a vontade dele?

Sim, por meio da internação involuntária, que precisa de avaliação e autorização médica e é comunicada ao Ministério Público, conforme a Lei 10.216/2001 e a Lei 13.840/2019.

O plano de saúde cobre tratamento para dependência química?

Planos com cobertura hospitalar devem cobrir internação psiquiátrica, inclusive para dependência química, conforme as regras da ANS. Atendemos Unimed e outros convênios; envie os dados da carteirinha e verificamos para você.

Vocês tratam alcoolismo também?

Sim. O alcoolismo é uma forma de dependência química e tem tratamento próprio, com atenção especial à síndrome de abstinência alcoólica.

O primeiro passo para recomeçar é uma conversa. Estamos aqui.