A dependência química é uma doença crônica, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, que afeta o cérebro, o comportamento e as relações da pessoa com a família, o trabalho e a sociedade. Não é falta de força de vontade, e por isso precisa de tratamento especializado.
No Grupo Triunfo, o tratamento é conduzido por equipe multidisciplinar, com psiquiatras, psicólogos, clínicos, enfermagem e terapeutas, em unidades preparadas para cada fase da recuperação: da desintoxicação à reinserção social.
Como podemos ajudar
- Internação voluntária e involuntária, conforme a legislação e com avaliação médica
- Desintoxicação com acompanhamento médico e de enfermagem 24h
- Psicoterapia individual, grupos terapêuticos e orientação à família
- Prevenção de recaída e plano de continuidade após a alta
Sinais de alerta da dependência química
Alguns sinais indicam que o uso deixou de ser ocasional e passou a ser um problema que precisa de ajuda profissional:
- Uso cada vez mais frequente ou em quantidades maiores
- Tentativas frustradas de parar ou diminuir
- Abandono de atividades, estudos, trabalho e compromissos
- Mudanças bruscas de humor, isolamento, agressividade
- Problemas financeiros, mentiras e conflitos familiares
- Sintomas de abstinência quando fica sem a substância
Como é o tratamento no Grupo Triunfo
O tratamento começa com uma avaliação médica e psicológica, que define a modalidade mais indicada para o momento do paciente. A partir dela, a equipe monta um plano terapêutico individual, que pode incluir:
- Desintoxicação assistida, com monitoramento médico e de enfermagem 24 horas
- Acompanhamento psiquiátrico e tratamento de transtornos associados, como depressão e ansiedade
- Psicoterapia individual e grupos terapêuticos
- Atividade física, terapia ocupacional, lazer e contato com a natureza
- Orientação e grupos para familiares
- Prevenção de recaída e plano de continuidade após a alta
Internação voluntária e involuntária
Quando o paciente reconhece o problema e aceita o tratamento, a internação é voluntária. Quando há risco para a própria pessoa ou para outros e ela não consegue decidir, a família pode solicitar a internação involuntária, que exige avaliação e autorização médica.
A Lei 10.216/2001 e a Lei 13.840/2019 determinam que a internação involuntária seja comunicada ao Ministério Público e dure apenas o tempo necessário para a desintoxicação e a estabilização. Nossa equipe orienta a família em cada etapa, com segurança jurídica e respeito ao paciente.
Depois da internação: o tratamento continua
A alta não é o fim do tratamento. Para reduzir o risco de recaída, o paciente pode seguir no hospital-dia, em consultas e em grupos terapêuticos, com a mesma equipe que o acompanhou durante a internação.
Tem dúvidas sobre dependência química? Nossa equipe orienta você e sua família com sigilo e sem compromisso.
Falar no WhatsAppPerguntas frequentes
Quanto tempo dura o tratamento para dependência química?
Depende de cada caso. A desintoxicação costuma levar alguns dias ou semanas; a internação completa e o acompanhamento posterior são definidos pela equipe médica conforme a evolução do paciente.
A família pode internar um dependente químico contra a vontade dele?
Sim, por meio da internação involuntária, que precisa de avaliação e autorização médica e é comunicada ao Ministério Público, conforme a Lei 10.216/2001 e a Lei 13.840/2019.
O plano de saúde cobre tratamento para dependência química?
Planos com cobertura hospitalar devem cobrir internação psiquiátrica, inclusive para dependência química, conforme as regras da ANS. Atendemos Unimed e outros convênios; envie os dados da carteirinha e verificamos para você.
Vocês tratam alcoolismo também?
Sim. O alcoolismo é uma forma de dependência química e tem tratamento próprio, com atenção especial à síndrome de abstinência alcoólica.


